sábado, 6 de fevereiro de 2010
Supestiçao
"Recolha o seu bilhete"
Sempre a correr, a Eva e a Vanessa chegaram mesmo em cima da hora à estação e ainda tinham de comprar o bilhete. Destino: a praia. Foram até às máquinas automáticas, mas não conseguiram encontrar o seu destino. " Não pode ser, tenta outra vez! ". Depois de percorrerem mais três vezes as listas com todos os destinos, acabaram por encontrá-lo! " Carrega, depressa! ". Estavam prestes a perder o comboio e os nervos estavam a aumentar. A máquina fazia coisas muito estranhas, Não obedecia! " Não me deixa marcar dois bilhetes! "
" Bem, então compramos um de cada vez, despacha-te! ". Por fim, a Eva conseguiu comprar o seu bilhete... Agora só faltava o da Vanessa. Pela segunda vez, a rapariga procurava o seu destino. " Mas isto diz D.E.P. em todo o lado! O que é D.E.P.? Onde está o nosso destino? ". Mesmo no último momento, a Vanessa encontrou-o e comprou o bilhete. Só faltava recolhê-lo e saíam a correr para o comboio. Mas... não podia ser! O que seria aquilo?! Uma brincadeira de mau gosto? A Vanessa recolhia o seu bilhete horrorizada pois estava manchado de sangue e dizia:" Menina Vanessa Garcia, Descanse Em Paz. Nunca mais voltaremos a vê-la. " Pouco depois, a Vanessa morreu de uma causa desconhecida...
O bloco misterioso
Era uma vez um grupo de amigos chamados Rita, Paulo, Bruna, Rafael e Ana Filipa.
A escola onde eles andavam era dividida em quatro blocos. Eram demasiados portanto. Como tal, não havia professores suficientes para se dar aulas nesse bloco. Como não era usado para nada, os professores começaram a ir para lá preparar as suas aulas.
Quando o grupo de cinco amigos deu conta de que isso acontecia, ficaram com curiosidade em saber o que tão misterioso tinha aquele bloco, já que nunca tinham visto os professores saírem de lá. Eles no início apenas achavam que, por coincidência, nunca tinha acontecido. Mas, passado algum tempo, começaram a estranhar imenso. Já não podia ser coincidência. Algo se passava. A verdade é que nunca ninguém tinha visto sair de lá algum professor. E também era verdade que eles não voltavam à escola para dar aulas. Mas era impossível saber o que se passava, porque qualquer pessoa que lá entrasse, não voltava a sair. Simplesmente desapareciam sem deixar qualquer rasto...
A Entrega
Era a terceira semana de intensa nevasca em Curitiba.
Ligou o limpador de pára-brisas e a palheta arrastou-se sibilando.
- Tempo maldito! – murmurou resignado, arrancando o veículo após a haste amarela e preta elevar-se e dar passagem ao trânsito. O trem das vinte e duas horas sumia na escuridão da noite.
A janela lateral foi fustigada por um vento ríspido. A noite emergira precocemente, talvez antes mesmo das dezessete horas. Olhou em seu relógio e pôde ver a si mesmo na superfície convexa.
Seu velho citzen já era. Marcava treze horas.
Lucas sacudiu o pulso incrédulo. Seu velho companheiro de estrada o abandonara. Talvez não tivesse resistido àquele clima perverso. Não era um relógio moderno, com baterias substituíveis, mas um relógio maciço, com maquinário complexo e antigo.
A avenida conservava-se deserta.
Apesar da ansiedade que o assolava por causa do atraso, seguiu com cautela, pois já rodara em asfaltos como aquele, revestidos de uma camada quase invisível de gelo.
Olhou por sobre o ombro, emitindo um sorriso desdenhoso.
Acomodado no banco de trás, havia um baú entalhado em madeira, o qual deveria estar sendo entregue naquele exato momento.
Tateou com as mãos no painel e conseguiu ligar o rádio.
Procurou por uma estação, porém só encontrou estática.
Ao desligá-lo ouviu um som rouco, em meio ao leve ulular do vento.
- Que diabos foi isso? – indagou-se, visando de soslaio.
Exatamente no estreito banco de trás da caminhonete de cabine estendida, a diminuta caixa, tal qual uma caixinha de música, mantinha-se inerte, enigmática.
Franziu o cenho e voltou sua visão para frente. De inopino, subiu na calçada da pista contrária com um baque intenso das rodas sobre o meio-fio, uivou como um louco desvairado e regressou à pista escorregadia, tentando controlar o veículo que dançava.
- Deus meu! – exclamou, passando uma de suas mãos sobre os cabelos, as pernas tremendo.
Lucas sentira que tivera sorte, pois a via permanecia solitária.
O vento intensificou-se, por vezes chacoalhando levemente o veículo.
Alguns segundos se passaram e o som abafado retornou, tênue.
Era como o ronronar de um felino.
- Não é possível! Não caberia um gato nesta caixa! Será um filhote? – sussurrou, pensativo. – Não, não creio! Era importante demais para ser um bicho qualquer! Um pagamento muito alto!
Lucas sorriu ao pensar que muitas pessoas dobravam o valor da entrega, requisitando cautela igualmente redobrada. Entretanto, ele sabia que essa era uma atitude desnecessária, pois o entregador mantinha um padrão normal de cuidado, independentemente do que fosse o material... pelo menos, na empresa em que trabalhava a política era essa.
Olhou novamente por sobre o ombro. Só que, desta vez, algo aconteceu rápido demais, eficiente demais. O veículo subiu na calçada contrária, abalroou um ponto de ônibus coberto, emitindo um som rascante, arrancando sua proteção, retornou à pista e tombou para o lado do passageiro.
Com a pista parcialmente congelada, a caminhonete foi arrastada por, pelo menos, vinte metros de distância da colisão.
Lucas despertou entorpecido e ofegante. Preso ao cinto de segurança, tronco caído sobre o banco lateral.
O vento uivava e transpunha as janelas frontais quebradas. A noite era escura e só um farol permanecia clareando o asfalto à frente e, de forma reduzida, a cabine.
Ouviu um gotejamento tilintar no metal do veículo.
Primeiro, pensou na hipótese de vazamento de combustível, depois, cerrando os olhos no negrume parcial, verificou que era seu próprio sangue que escorria do topo da cabeça à porta lateral retorcida.
Ao fixar a visão, notou que tinha razão. O combustível vazava sim, mas de forma intensa, não gotejando.
- Santa Maria! É o combustível! Tenho de sair daqui! – exasperou, mobilizando-se de forma inócua ao vislumbrar seu sangue misturando-se à poça de combustível que se avolumava no asfalto, ao redor da cabine.
- Calma! Tenho de ter calma! – disse e mal pode se ouvir. Tentou retirar o cinto, todavia estava preso.
Perdera a força e o ânimo... seu sangue esvaía-se pelo ferimento na cabeça e o cheiro do combustível deixava-o enjoado.
Finalmente, percebeu o verdadeiro desastre. O baú jazia caído na lateral da porta traseira, com a tampa tão retorcida quanto a porta frontal.
Repentinamente, uma silhueta diminuta esgueirou-se no banco de trás.
Lucas olhou de revés, sentiu uma ardência insuportável em seu pescoço quando tentou visualizar o baú da primeira vez.
Dois pontos luminosos rebrilharam.
- Jesus! O que é isso? – indagou, contorcendo a feição.
Lucas não vira o que se movimentara na escuridão quase total do banco traseiro, mas jurava que a dimensão daquela silhueta não condizia com o tamanho do baú.
Um som célere e sibilante anunciou o início de um incêndio.
Suas forças haviam chegado ao limite. Permaneceu ofegante, inerte, corpo dormente.
A silhueta rastejara para fora como um animal ferido. Ao passar pelo vão da porta lateral e o asfalto, notou que o ser havia crescido ainda mais, um corpo coberto de pêlos e um ronronar agora gutural.
Lucas vira pouco, só partes de suas largas costas, mas algo o fazia crer que aquele ser não estava ferido, mas renascendo, revitalizando-se.
Um arrepio doentio percorreu-lhe o corpo enquanto a criatura afastava-se do veículo, sumindo pela noite adentro, assim como o trem das vinte e duas horas.
Lucas permaneceu ali, preso pelo cinto, aturdido e sem forças, proferindo rezas antigas.
Inesperadamente, uma visão de trevas inundou seus olhos. Seres diabólicos invadindo o plano terrestre, desastres e mortes brutais... um período glacial nefasto havia começado... nevascas e sofrimentos. Talvez aquele baú fosse a solução. Talvez aquele ser fosse o responsável por aquela alteração repentina do clima. Talvez o destinatário da entrega tivesse a solução para o caos que se instalava e soubesse como mandar a criatura de volta ao seu habitat natural.
Ao compreender seu imperdoável erro, que resultara na soltura de algo surreal, inimaginável, o que jamais poderia ter sido permitido, o frio da noite foi aquecido por uma lufada fulminante de chamas e um estrondo mortal.
UM DIA DE MEDO
perguntaram;
--O que aconteceu uma aranha ou uma barata ou um rato que bicho è esse?
E o Bruno nâo parou de gritar. Passaram alguns minutos dai que ele parou de Eduardo disse;
-- O que aconteceu explique!
--Tinha uma pessoa perto do espelho olhando nòs mas sumiu!
--Ele falou suspirando Eduardo disse;
--Olhiala `e uma mulher ! Ela jà foi professora minha ela morreu ano pasado ela morreu no banheiro
agora sim estou vendo.
Felipe disse com coragem.
--Ela sumiu de novo nâoe estou com pouco medo!
--Mentira esta tremendo de medo!
--Como è o nome dela?
Ela chamou Eduardo para sumir com ela ele foi e os outros também foram junto com Carine Eduardo disse;
--Que casa feia Carine você mora ali?
Ela disse;
--Sim claro onde iria mora!
--Em outra casa mais bonita!
Derrempente outra alma apareceu e disse;
--Você tem que sair daqui!
--Porque?
--Você vâo morrer!
Bruno disse;
--È mentira dele olha a cara dele!
Ele viro algo Bruno ficou e os outros voltaro para o banheiro ele viro a porta aberta Bruno nunca apareseu.
Um ano depois Bruno voltou para casa.
TERROR EM SANTIVIL
PARE.
A MAE DELA QUE SE ÇHAMAVA ROSA FOI ATRAS DA FILHA E VIU CHEROL CHORANDO. ROSA LEVOU A FILHA PARA A CASA. NO DIA SE GUINTE ROSA LEVOU A FILHA PARA A CIDADE QUE CHEROL FALAVA. QUANDO ROSA CHEGOU NO POSTO DE GASULINA PARA ABASTECER SEU CARRO.CHEROL FAZIA DESENHOS ALEGRES DERREPENTE OS DESENHOS DE CHEROL MUDARAM.ROSA COMEÇOU A FICAR PREOCOPADA COM CHEROL.NA IDA DA CIDADE ELAS ENCONTRARAM UMA POLICIAL QUE FALOU;
-VOÇE NAO PODE IR PARA ESTA CIDADE ESTA INTERDITADA A MAIS DE 20 ANOS MAS ROSA NAO OBEDECEU A ORDEM DA POLICIAL NA IDA ROSA E SUA FILHA QUE ESTAVA DORMINDO LEVIMENTE ACORDOU COMEÇANDO A GRITAR;
-SOCORRO.
ROSA DISSE;
CALMA.
MAS DERREPENTE UMA ARVORE CAIU ROSA PERDEU O CONTROLE DO CARRO.ROSA FICOU INCONCIENTE. QUANDO ROSA ACORDOU PERCEBEU QUE CHEROL NAO ESTAVA MAIS NO CARRO.E ENTAO COMECOU A CHAMAR A FILHA.A CIDADE ERA ABANDONADA MAS DERREPENTE CHEROL APARECEU.E ROSA SAIU DE ATRAS DA FILHA QUE ABRAÇOU A FILHA E DISSE;
-VAMOS PARA CASA MAS ANTES TENHO QUE QUEIMAR MEUS DESENHOS PARA ME LIVRAR DA MALDIÇAO.E TUDO VOLTOU AO NORMAL.E COMO DIZEM TODOS VIVERAM FELIZES PARA SEMPRE.
A MANÇÃO MAL ASSOMBRADA
irem ao parque, as meninas gostaram e elas ligaram para o seua namorados avisando que elas foram ao parque .
Elas foram e navolta elas se perderam e desidiramse dividirem en dois grupos3para cada lado Adriany,aisa,eBruna, foram para um ladoPamela,Caroline, e Carolaijr Caroline falou vamos Pamela
eu te protejo voce e o namorado da Carolaine Dionata chegou e a Pamela estava com muito medo e
pulou no colo de Dionata e falou ai Dionata estou com muito medo aqui tem Ratos e baratas Pamela faloucorro a porta esta se mechendo eu acho que tem um b icho mas nã o éra um bicho éra o Leonardo que estava chegando e a Pamela falou que susto que voce nos deu Leonardo bom chega de converça vamos imbora Leonardo falou não da Pamela falou por que Leonardo respomdeu.
Por que la fora tem fatasmas e tem bastante Pamela disse a i seu medrozo Leonardo falou então vomos galera e eles foram e comssgiram passa e todos foram para suas casas e viveram felizes para cempre.

